Utilização de metodologias ativas para o ensino de Génetica

Autores

DOI:

https://doi.org/10.53660/892.prw2112

Palavras-chave:

Aprendizagem significativa, Ensino de Biologia, Genética, Novas metodologias

Resumo

As metodologias ativas de aprendizagem permitem uma ruptura do modelo tradicional de ensino, inserindo o aluno de forma ativa dentro da sala de aula, incentivando o trabalho coletivo, discussões e o desenvolvimento de projetos. Entre os conteúdos abordados na disciplina de Biologia, os alunos possuem uma dificuldade maior nos conteúdos Genética devido ao enorme número de termos científicos e conceitos, surgindo então novas metodologias de ensino. Assim, o trabalho tem o objetivo de analisar e identificar as principais metodologias ativas utilizadas para auxiliar o aprendizado dos alunos no ensino de genética. Sendo identificado três tipos de metodologias ativas mais utilizadas no ensino de genética: a Aprendizagem Baseada em Problemas, sala de aula invertida e gamificação. Ao analisa-las, foram observadas diversas vantagens do uso em sala de aula, como: motivação do aluno, rompimento com o ensino tradicional, entre outras.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

AGAMME, A. L. D. A. O lúdico no ensino de genética: a utilização de um jogo para entender a meiose. 80 p. Monografia apresentada ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2010.

ANTUNES, C.M. M. et al. Sequencia didática baseada em metodologias ativas: proposta para o ensino de biologia celular. Dissertação de Mestrado da Universidade Federal de Santa Catarina. 2019.

BERGMANN, J.; SAMS, A. Sala de aula invertida: uma metodologia ativa de aprendizagem. Livros Técnicos e Cientifios Editora Ltda. 1º ed. Rio de Janeiro. 2017.

BISSOLI, A. C. F.; SANTOS, G. A.; CONDE, S. Design de material didático para o ensino de genética durante a implementação da sala de aula invertida. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 13, n. esp1, p. 474-484, 2018.

BORGES, T. S.; ALENCAR, G. Metodologias ativas na promoção da formação crítica do estudante: o uso das metodologias ativas como recurso didático na formação crítica do estudante do ensino superior. Cairu em revista, v. 3, n. 4, p. 119-143, 2014.

BOROCHOVICIUS, E.; TORTELLA, J. C. B. Aprendizagem Baseada em Problemas: um método de ensino-aprendizagem e suas práticas educativas. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, v. 22, p. 263-294, 2014.

BOTTI, S. H. O.; REGO, S. Preceptor, supervisor, tutor e mentor: quais são seus papéis? Revista brasileira de educação médica, v. 32, p. 363-373, 2008.

BRASIL, Ministério de Educação. Orientações curriculares para o ensino médio. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília, MEC, 2006.

CAMPOS, E. O. et al. Dominó de mutações cromossômicas estruturais. Revista Genética na Escola, v. 5, n. 2, p. 30-33, 2010.

CARVALHO, I.N. et al. Como selecionar conteúdos de biologia para o ensino médio? Revista de Educação, Ciências e Matemática v.1 n.1, 2011.

COSTA, J. L. Metodologias ativas nas atividades investigativas em aulas de biologia. Dissertação de Mestrado da Universidade Cruzeiro do Sul, 2020.

COSTA, L. V.; VENTURI, T. Metodologias Ativas no Ensino de Ciências e Biologia: compreendendo as produções da última década. Revista Insignare Scientia-RIS, v. 4, n. 6, p. 417-436, 2021.

DEELMAN, A.; HOEBERIGS, B. A ABP no contexto da universidade de Maastricht. Aprendizagem Baseada em Problemas no Ensino Superior São Paulo: Summus, p. 79-100, 2009.

FIALHO, W.C.G. As dificuldades de aprendizagem encontradas por alunos no ensino de biologia. Praxia Revista on line de Educação Física da UEG, v. 1, n. 1, 2013.

GONZAGA, P.C. A Bioalfabetização no ensino médio: interfaces com a prática docente de professores de biologia. Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Federal do Piauí, 2017.

GOMES, A. S. et al. Síndrome cromossômica em uma nova perspectiva de aprendizagem. Genética na Escola, v. 6, n. 1, p. 20-22, 2011.

HERMANN, F. B. Os Jogos Didáticos no Ensino de Genética como estratégias partilhadas nos artigos da Revista Genética Na Escola. VI Encontro Regional Sul de Ensino de Biologia. 2013.

LIMA, V.V. Espiral construtivista: uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem. Interface 21, 2017.

MARTÍNEZ PÉREZ, L.F. Questões sociocientíficas na prática docente: ideologia, autonomia e formação de professores. Editora UNESP, 2012.

MORAN, J. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: uma abordagem teoricoprática. Penso. 2018.

NASCIMENTO, M. P. et al. Jogos lúdicos como ferramenta didática para o ensino de genética e biologia molecular. REVISTA UNIARAGUAIA, v. 7, n. 7, p. 250-271, 2015.

OLIVEIRA, I.S. et al. Análise de uma prática pedagógica, com vistas para a zoologia evolutiva, baseada na solução de problemas. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias. v. 16, 2017.

PAES, M. F.; PARESQUE, R. Jogo da memória: Onde está o gene. Genética na Escola, v. 4, n. 2, p. 26-29, 2009.

PAVAN, L. A aplicação de jogos didáticos no ensino da genética: uma revisão bibliográfica. Dissertação de Especialização em Genética da Universidade Federal do Paraná. 2019.

PEREIRA, A. F. et al. Diagnóstico inicial das dificuldades de articulação e sobreposição dos conceitos básicos da genética utilizando jogos didáticos. Universidade de São Paulo. 2008.

RIBEIRO, L. R. de C. Aprendizagem baseada em problemas (PBL) na educação em engenharia. Revista de Ensino de Engenharia, v. 27, p. 23-32, 2008.

ROCHA, M. B. S.; SOARES, G. O. Metodologias ativas e o Ensino de Ciências Biológicas na educação básica. Revista de Educação Universidade Federal de Pernambuco, v.7, n.15, 2021.

RODRIGUES, C. S. et al. Sala de aula invertida- uma revisão sistemática. In: XII Congresso Nacional de Educação. 11º ed. 2015, Curitiba – PR: PUCPR. p. 39284–39295, 2017.

SANTOS, M. L. C.; BOTTECHIA, J. A. A. O uso da metodologia abp no ensino médio, como aperfeiçoamento e colaboração para melhor aprendizagem. In: XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências - XI ENPEC, 2017.

SIQUEIRA, S. S. et al. Brincando com as trincas: para entender a síntese protéica. Genética na escola, v. 5, n. 1, p. 34-37, 2010.

SUHR, I. R. F. Desafios no uso da sala de aula invertida no ensino superior. Revista Transmutare, v. 1, n. 1, p. 4-21, 2016.

VALENTE, J. A. Ensino híbrido e mudanças no ensino superior: a proposta da sala de aula invertida. Educar em Revista. Editora UFPR. Curitiba, Brasil, Edição Especial n. 4, p. 79-97,2014.

VINHOLI JUNIOR, A.J.; PRINCIVAL, G.C. Modelos didáticos e mapas conceituais: biologia Celular e as interfaces com a informática em cursos técnicos do IFMS. Holos, v. 2, 2014.

WANZELER, D. R.; TAVARES, E. C.; MALHEIRO, J. M. S. Concepções de Aprendizagem Baseada em Problemas manifestadas por professores de Ciências participantes de um Curso de Férias. In: X ENPEC - X Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 2015, Águas de Lindóia- SP. ABRAPEC: X ENPEC, 2015.

Downloads

Publicado

2023-08-05

Como Citar

Farias dos Santos, R. W., Santos, R. C. F. dos ., Loz , S. R. dos S., Ribeiro , J. F. ., & Melo , J. S. de . (2023). Utilização de metodologias ativas para o ensino de Génetica . Peer Review, 5(18), 190–200. https://doi.org/10.53660/892.prw2112

Edição

Seção

Artigos